O
xadrez não é um artigo supérfluo; é um investimento em capital humano, educação e cultura.
Uma
política fiscal moderna e consciente em países em desenvolvimento deveria
facilitar — e não encarecer — a entrada de bens e ferramentas que contribuem
para a formação intelectual de sua cidadania.
Desonerar
materiais educativos e culturais não é abrir mão de receita, mas sim garantir
que a população tenha as ferramentas necessárias para pensar, planejar e
evoluir.